Ai, gente! Hoje eu não conseguiria evitar um post queixante... Dá licença pra eu reclamar um pouquinho?
Caramba!! Estou toda dolorida de tanto levar porrada!! E nem dá pra fazer um B.O. básico, porque as agressões são pelo lado de dentro hahahahaha!! Deve estar tudo roxo e bem amassado aqui na lataria!
Ontem eu quase consegui pescar um pé, que tentava sair pela lateral direita. Teve uma hora em que o treco foi tão forte que eu dei um grito, de nervoso mesmo! Parecia que a minha pele ia arrebentar – e dava pra ver a trajetória do calombo indo e vindo até as minhas costelinhas! Afff!!
E o meu quadril? Lembro que no comecinho da gravidez, eu tinha a sensação de que minha bacia estava se soltando do eixo. Agora isto vai acontecendo outra vez, com a diferença do peso que estou carregando... Esta noite, quando fui me virar beeem devagarinho pra poder me levantar e ir na “casinha”, meu quadril deu um estalo tão alto que acordou marido! E pra voltar a dormir depois de sentir seu corpo descolando pelo meio? Não dá, fia! Esquece!! Fui pra varanda ver o dia amanhecendo...
Acho que isso deve ser mesmo um treinamento pra virar noite. Estou dormindo mal pra burro – e depois passo os dias batendo cabeça. Juro que morro de medo do Tiago vir antes do tempo, mas tem horas em que dá vontade de rezar pra ele sair logo!! Ai credo!!
Bom, estou aqui contando as horas pra consulta com a médica, pra chegada de mamãe... E pro dia 3 de maio, claro!! Hahahahahaha!!
Deixo vocês com um texto sobre placenta, que descobri esta semana. É que no último ultrassom, apareceu que a minha placenta está heterogênea e de grau II. Então fui pesquisar pra entender um pouco mais sobre este assunto!!
Beijos e saúde seeeempre!!
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A placenta, conforme evolui-se na idade gestacional, apresenta uma crescente deposição de cálcio. Essa deposição, microscópica no início da gestação, pode tornar-se macroscópica no final desta.
Em 1979, através de um estudo de imagens de ultra-sonografia, Grannum percebeu que era possível classificar a placenta em sua maturidade, observando-se os depósitos de cálcio vistos durante as Ultra-Sonografias. A classificação, então, foi padronizada em 4 graus de maturidade diferentes: grau 0, 1, 2 e 3.
Numa Placenta Grau 0, não há sinais de calcificação, apresentando uma textura homogênea. É a placenta observada durante o primeiro trimestre da gestação. Já a Placenta Grau I apresenta calcificações esparsas e uma textura ondulada, e é aquela vista desde o segundo trimestre da gestação. Uma Placenta Grau II é aquela que apresenta uma calcificação já bastante acentuada, principalmente na parte que fica ligada ao útero. Este grau de maturidade placentária não costuma ser visto antes da 30.ª semana da gestação, e é a mais freqüente no momento do parto. Em 40% a 50% dos casos, uma Placenta Grau III pode ser vista a partir da 35.ª semana da gestação, e sua característica é a calcificação generalizada, sendo vista numa ultra-sonografia sob o formato de um anel.
Grannum observou, então, que há uma relação entre o Grau de Maturidade Placentária e a maturidade pulmonar do feto, sendo que esta é de 100% quando a placenta atinge o Grau III, embora isto não seja um consenso unânime entre os estudiosos.
Mas o mais importante não é a avaliação da maturidade pulmonar, e sim a relação entre calcificação placentária e o retardo do desenvolvimento fetal, por exemplo, quando se apresenta uma Placenta Grau II antes da 32.ª semana ou uma Grau III antes da 34.ª semana da gestação.