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domingo, 7 de março de 2010

Como escolher o pediatra do seu filho

Confira 10 dicas importantes que você precisa levar em conta na hora de tomar essa decisão

Quem vai cuidar da saúde do seu filho? Essa é uma dúvida que pode ser esclarecida antes mesmo da criança nascer. Você pode visitar alguns médicos simplesmente para bater um papo e ter uma ideia de como será o futuro. Não que seja obrigatório, mas essa atitude pode ajudar a formar um vínculo de confiança entre vocês. No entanto, você vai saber se a escolha que fez foi a mais correta somente quando as consultas começarem. Abaixo, confira 10 dicas que vão te ajudar na escolha do profissional.

1- Empatia Tem de acontecer na primeira consulta. Significa sentir que o médico entra em sintonia com você no seu novo papel de mãe. Um sinal negativo é ele se fixar apenas em perguntas sobre o histórico de doenças na família e no exame do bebê. Um positivo é ele também querer saber da sua gravidez, do parto, sobre o ambiente em que vive o bebê, os primeiros dias com ele em casa e como anda a amamentação.

2- Tempo da consulta A primeira costuma ser mais demorada que as demais, mas o importante é o pediatra sempre demonstrar interesse pela criança. Não só quanto ao aspecto clínico. Como regra, lembre-se de que uma consulta de qualidade leva tempo para ser feita. O bom médico situa a mãe sobre a fase do desenvolvimento em que está o bebê e antecipa futuros comportamentos.

3- Disponibilidade Poder encontrar o médico a qualquer hora e em qualquer lugar com certeza deixa os pais mais tranqüilos, mas é preciso contar com o imprevisto – seu pediatra deve ter um profissional de confiança para substituí-lo se for necessário.

4- Rapidez no retorno Ela reflete a atenção do médico com o paciente e é importantíssima em uma situação de emergência. Só que nem sempre é possível ter um retorno imediato. Uma boa política para você se entender com o pediatra nessa questão é deixar recados claros e objetivos para que ele avalie a urgência do caso.

5- Atrasos na consulta Não pode ser regra nem por sua parte nem pelo médico, porque o tempo de tolerância de espera da criança é pequeno. Para evitar transtornos, o ideal é você e o pediatra avisarem um ao outro de atrasos e, se preciso, desmarcarem a consulta.

6- Sem dúvidas Não dá para ir embora do consultório sem entender tudo direitinho. Você pode – e deve – perguntar até se sentir esclarecida. Não tenha medo de pedir explicações. Um profissional impaciente não é o melhor parceiro nesse caso. Nem aquele que se mostra ofendido se você anuncia que prefere ter uma segunda opinião em determinada situação.

7- Segurança Alguns pais questionam se é melhor o pediatra ter filhos, por achar que seus anseios serão mais bem compreendidos. Outros têm receio do médico jovem, com pouca experiência, ou do muito idoso, pelo risco de não ser atualizado. A indicação de amigos ajuda a tirar essas dúvidas, mas o importante é você se sentir segura.

8- Consultório Na sala de espera do médico é importante ter brinquedos. Primeiro para distrair a criança, depois porque o profissional pode usar os brinquedos para observar como ela se comporta.

9- Você acertou Se seu filho está saudável, vai bem na escola e em casa, esse é um bom indício de que ele está com o médico certo.

10- Insegura com a escolha?Se você ainda tem dúvidas sobre o pediatra escolhido, não se preocupe. Mudar de médico é normal e não traz nenhum prejuízo para a saúde do seu filho. Procure o quanto for preciso, converse com outros profissionais e peça mais indicação.

FONTE:: CRESCER

quarta-feira, 25 de março de 2009

Primeira visita ao pediatra

Ta rindo de quê? Criança moderna já vai ao pediatra antes mesmo de sair da casinha, uai! Hahahahahaha!!

Essas coisas só acontecem mesmo comigo, né? Por sugestão do meu oftalmologista de SP, que está acompanhando a questão da minha pressão ocular, fui à caça de um pediatra para o Tiago – para podermos decidir juntos o que fazer quanto ao medicamento que eu uso, o colírio Maleato de Timolol, em tempos de amamentação.

Primeiro passei pela via sacra de encontrar aqui em Santos um pediatra que atenda gestantes Não faz mesmo o menor sentido uma criança que está dentro da barriga visitar o pediatra, né? Mas muitas mamães optam por conversar antes do nascimento, pra poder escolher o médico com mais segurança e ter pra quem apelar ao primeiro buá de seus anjinhos. Acho que, por isso mesmo, pediatra corre léguas de mulher grávida!!

Depois de enfrentar três secretárias de má vontade e umas duas mercenárias, do tipo “se você pagar, ele atende até seu cachorro, meu bem!” – finalmente encontrei um médico que atende sem hora marcada e que tem uma assistente atenciosa. Esta pelo menos me explicou o porquê deste tipo de consulta não ser coberto pelo convênio... E eu me despenquei até lá disposta a pagar e resolver logo isso, né? Fazer o quê?

Minha primeira impressão foi das mais engraçadas. Não tinha parado pra pensar como seria o consultório de um pediatra. Este atende em um sobrado bem simples, sem a menor cara de consultório. Aliás, a casa está toda em obra e era aquele trânsito de peão, misturado com crianças desenhando na sala, mães trocando figurinhas e absolutamente TODOS olhando pra minha cara e pensando: “LOUCA!”.

Quando a moça me chamou eu subi as escadas e entrei no consultório, que mais parecia um escritório de vovô. O senhor alto e bem arrumado, mais ou menos 60 anos, veio me receber na porta e então nos sentamos perto da mesa de madeira com tampo de vidro e um moooonte de fotos de crianças de todas as idades e épocas. Não dá pra não se sentir à vontade num ambiente daqueles! Por isso a criançada estava lá embaixo relax. Desenhando, brincando...

Expliquei meu caso a ele e a resposta foi rápida e categórica. Não tem problema nenhum continuar usando o colírio, pois apesar de ser secretado pelo leite, as quantidades são mínimas e realmente não afetarão o bebê. Em cinco minutos poderíamos ter encerrado a fatura. Mas aí ficamos naquela situação engraçada. Ele não tinha muito a acrescentar, porque o paciente estava embaixo da minha blusa. E ao mesmo tempo, acho que ficou constrangido em me mandar embora tão depressa, sabendo que eu estava pagando a consulta.

A solução? Começamos a bater papo e ele me deu várias dicas sobre os primeiros procedimentos e precauções pra quando o Tiago chegar!! Seguem alguns aqui:

- Fraldas – ideal abrir os pacotes e deixar as fraldas respirando, pra perder aquele cheirinho de bebê colocado pelo fabricante.

- Perfumes, cremes e cheiros diversos devem ser abolidos nos primeiros dias. Os bebês são muito sensíveis ao cheiro. Até mesmo o xampu e o condicionador da mamãe devem ser bem escolhidos, pois até esse cheiro eles estranham.

- O ideal é que as visitas aconteçam na própria maternidade. Eu mesma achava que era mais bacana visitar as mamães em casa, quando teoricamente já estaria tudo mais organizadinho. Ledo engano, pessoal! Na maternidade temos toda a assistência para o bebê e podemos até dar mais atenção às visitas. Em casa tudo o que precisamos é de sossego, poder usar aquelas roupas feionas sem sutiã, ficar de cara feia, descabelada, largada, dedicada apenas à adaptação do pequeno. Vixe!!

- E por falar em visitas, é sempre bom lembrar a todos que devem ir ao hospital sem usar perfumes ou desodorantes fortes, pra não irritar os narizinhos recém-inaugurados dos nossos filhotes!!!

- E essa história de que o bebê só pode sair de casa quando terminar o resguardo, tudo conversa! Quem tá de resguardo é a mãe - e isso não a impede de passear com seu filhote desde o primeiro dia da alta hospitalar.

Quando saí da casa-consultório, ainda recebi um telefonema da secretária de outro pediatra. Acontece que eu tinha passado no consultório desse cara, explicado toda a situação à secretária simpática, e ela então me prometera conversar com o chefe e me dar um retorno.

Então ela me disse com aquela vozinha bem bobinha, como quem trata com criança ou com uma pessoa de QI inferior ao seu: “olha, a senhora precisa verificar na bula, se este medicamento que a senhora usa é secretado pelo leite...”.

Meu! Juro que tive vontade de ser bem mal educada. Por que diabos eu estaria procurando um pediatra se a porcaria do remédio não fosse contra-indicada para lactentes? Só se eu fosse retardada, né?

Só consegui responder um “claro que é...” – e ela disse que então não tinha jeito mesmo, que eu tinha que esperar o bebê nascer pra então marcar uma consulta. Valeu, shock! Senta aí e espera. Acho que vou acabar voltando com o Tiago praquela casa em obras e pro escritório cheio de fotos do vovô pediatra...

Beijos e queijos!!!

 

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