quinta-feira, 2 de outubro de 2008
O primeiro pré-natal
Então, vai com um atrasinho o relato do meu primeiro pré-natal!!
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Bem, queria começar este post agradecendo pelas visitas e pelos comentários lindos que temos recebido aqui! Meninas!!
Venham sempre e deixem seus testemunhos! É muito bom saber que estamos juntas nesta louca felicidade de ser mães!! Ah! E eu sugiro às visitantes que leiam os comentários, pois além de lindos eles trazem um montão de dicas! E eu prometo publicar várias delas aqui, viu?
Hoje, exatamente um mês após eu saber que estou grávida, fui à minha primeira consulta de pré-natal. Claro que eu estava mééééga-ansiosa, achando que ía chegar lá e descobrir que era tudo mentira, que meu feijãozinho é fruto da minha imaginação...
Nossa, pensei em tantas hipóteses - que a médica não ía me atender, que ía dizer que não aceita mais meu convênio, que tudo ía dar errado!! Só não pensei que seria tão simples e tranquilo... Né? Sempre é assim!!
Meus exames estão todos ótimos, meu peso está zerinho, minha US está normal para o período, ou seja, nada de espetaculoso! Graças a Deeeeus!!!! Mas acho que eu fico tão assustada porque meus sintomas são muito leves até agora. Depois daquele enjôo-plus em Maceió - que contei em outro post - o máximo que eu sinto é sono, um pouco de tontura, uma leve indisposição de manhã, dorzinha de cabeça que nem a da menstruação... Tudo tão calminho que às vezes até esqueço de Juninho!!!
Mas vamos ao que interessa: levei uma LISTA de perguntas pra médica e vou contar pra vocês o que ela me respondeu. Algumas das minhas perguntas podem parecer piração pras mais experientes - mas marinheira de primeira viagem não pode ter vergonha de perguntar nada, certo?
Então vamos lá!
VACINA DE RUBÉOLA: Eu tomei em 2002, mas meu marido estava pensando em tomar nesta campanha que aconteceu agora. Disseram a ele que, se ele tomasse, teria que ficar 3 dias longe de mim, pra evitar contágio... Segundo a médica, isso foi desculpa dele pra não tomar injeção. A grávida pode conviver sem problemas com pessoas recém-vacinadas.
CREMES PRA EVITAR ESTRIAS: Ela me indicou o Gerare, mas foi muito clara: se você tiver tendência a ter estrias, vai ter. Não adianta nada!!! Acontece que cada pele tem um limite de elasticidade. Se a sua pele atinge este limite, sinto muito, surgirão estrias. Ela contou de uma grávida que começou o pré-natal pesando 100kg e engordou só 3kg durante a gravidez - mas teve estrias mesmo assim!! Argh!!
GANHO DE PESO: Ela quer que eu ganhe 12kg. Achei muito!!! Mas ela diz que até 16 é aceitável. E eu que estava pensando em não passar de 10!!! Meu marido vai fugir de casa ahaahahahahaha!!
VIAGENS: Como eu provavelmente vou viajar de avião, perguntei a ela se tinha problemas. Ela recomendou que, no caso de viagens longas, eu use meias de alta compressão - ui!! - para grávidas e caminhe pelo avião a cada duas horas, além de alongar as pernas, mexendo os pés de tempos em tempos pra favorecer a circulação. Achei que isso era pra prevenir varizes, mas ela disse que mesmo quem não tem varizes pode apresentar retenções e até uma trombose durante a gravidez.
EXERCÍCIOS: Bom fazer, mas depois da US morfológica do primeiro trimestre, quando se pode ver melhor o bebê e se certificar que tudo está ok. Aliás, já tá até marcada: 17/10!
A ESCOLHA DO PARTO: Bem, conforme eu prometi no meu post sobre parto, já dei logo uma enquadrada na médica, pra ver qual seria a reação dela. Perguntei quando e como deveríamos tomar esta decisão, pois eu tinha muitas dúvidas ainda sobre o parto normal. E ela me respondeu na lata: "Quando tomar a decisão? Na hora em que seu filho estiver nascendo. Parto É normal. Você tem todas as condições de ter um, a não ser que a gente perceba o contrário, a partir do oitavo mês de gestação. Pare de ouvir estas coisas horríveis que andam te contando. Seu parto será ótimo." E ponto. Me pegou de calça curta... E sabe de uma coisa? Eu até que gostei disso hehehehehehe!!!
DÚVIDAS DE PARTO QUE MENCIONEI: Disse a ela que tinha medo do corte. Ela me disse que são apenas de 4 a 6 pontinhos. E que se não fizermos este corte, o bebê rasga tudo com a cabeça. E aí fica bem mais difícil costurar depois. Perguntei também sobre os casos em que se quebra a clavícula do bebê durante a passagem. Ela disse que isto também acontece algumas vezes, e que volta pro lugar em questão de dias, porque os ossos do recém-nascido são molinhos e grudam rápido. O máximo que se faz é colocar um alfinete de fralda na manguinha da roupa, pra que ele mantenha o bracinho junto ao corpo, só pra não doer... Ai tadinho!!!
DEPILAÇÂO: Juro que li em vários lugares que não se pode fazer depilação dolorosa com cera até acabar o primeiro trimestre. E por causa disso eu já estou parecendo o Tony Ramos... Afff!! Mas segundo a médica, tudo frescura! Ela deve estar achando que eu sou louca!!
Mas o bom é que demos boas risadas e eu saí de lá tão aliviada que foi até difícil trabalhar à tarde... Deu um sono mooooonstroooo!!! Fui dormir às 21 horas em ponto hahahahaha!!!
Beijo grande, meninas!! Depois eu volto pra falar das primeiras compra$$$!!!
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Maluquices de mãe...
Não é que eu também não ande me estressando com todas as questões inerentes a este período. Mas outro dia me peguei pensando nas coisas que eu vou contar pro meu filho. Coisas do meu tempo, que parecem não ter explicação para uma pessoa modelo 2009!
Por exemplo: como explicar que aquele velhinho branquelo e deformado, que anda de pantufa na rua e cobre a cara dos filhos... Era preto, charmoso, talentoso e mamãe arrastava um caminhão por ele? Hein?

E os discos? Como explicar um vinil, nos tempos do IPod?
Lembro do meu aniversário de 7 anos – acho que era isso – quando ganhei da minha tia Dora o LP do velhinho branquelo. Minha mãe ainda tem a minha foto abraçada ao “Thriller”, com um sorrisão de felicidade atrás daquele quadrado maior que eu!
Aliás, a palavra “discar” também vai ser boa de explicar. Como essa criança vai ficar intrigada ao saber que o telefone tinha um disco transparente em cima, com buraquinhos onde a gente enfiava os dedos!!
Televisão? Tinha só uns 5 ou 6 canais. E de madrugada saía do ar!
Quando a gente gostava de uma música, era só ficar ao lado do rádio esperando tocar, com o dedo no REC do gravador. Aí a música entrava e a gente gravava em fita, sempre cortando uns pedaços e torcendo pra rádio não colocar aquelas malditas vinhetas no meio, que estragavam a música – tipo: “Cidáááááde....” Afff!!
Aliás, fita cassete também servia pra armazenar os dados do computador! Como assim?
Mamãe passava um sábado inteiro na aula de informática, digitava um monte de códigos complicadérrimos e aí aparecia na tela da televisão um desenho tosco de casinha, com umas 6 cores no máximo. Era uma emoção tão grande que a gente tinha que gravar – e gravava em fita, com um gravador daqueles antigões. Meu Deus, como eu sou velha!! Hahahahahaha!!
E o celular? Eu só tive o meu primeiro quando já era adulta!
E videocassete? E os primeiros videogames? E as câmeras com filme?
É simplesmente fantástico pensar que eu vivi num outro tempo, outra dimensão. Pensar que pouco mais de trinta anos me separam desta pessoinha – e ainda assim eu terei muitas histórias loucas pra contar, muitos objetos e situações que não farão parte do universo dela, mas que certamente atiçarão sua curiosidade infantil.
Acho que ficar grávida nos faz perceber o quanto já vivemos. É como se o nosso capítulo solo estivesse acabando – e agora começasse uma nova página, um novo mundo pra vivenciar e aprender.
Outro dia peguei a edição especial, comemorativa dos 40 anos da Veja, e fiquei folheando ao acaso, identificando quase todas as personagens que apareciam, os momentos históricos, os lugares – quase tudo naquela retrospectiva me pareceu tão familiar... Mas é claro! Dos 40 anos da Veja, eu vivi 31! Como poderia ser diferente?
Serei então o arquivo vivo do meu filho. E tentarei mostrar a ele um mundo louco que não existe mais – e deu lugar a outro mundo louco, que agora eu vou ter que tentar entender.
Só é triste pensar que talvez ele nunca receba uma carta escrita a mão, nem escreva uma. Tão boa a sensação de receber notícias do amigo de longe, com a letra dele... Aliás, será que meu filho vai ter “a letra dele?” Mas provável que ele tenha um avatar primeiro hehehehehe!! Uma pena!
E vocês? Também pensam essas maluquices? Qual a coisa mais biruta que já passou pelas suas cabecinhas de pré-mães até agora? Vamos registrar, meninas!
Um dia nossos filhos vão rir muito das mães loucas que eles têm!!
Beijo grande pra todas!!
PS: Meninasssss!! Comecei a fazer comprassss!!!! Agora lascou hahahaha!!
Ainda esta semana vou inaugurar a seção "Compras" aqui no blog!
Preparem seus cartões de crédito! Hahahahahaha!!
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Me enganaram!!
Nossa! Ter filho é maravilhoso!
É uma alegria só!
Não quero outra coisa da vida!
A gravidez é a fase mais maravilhosa na vida da mulher!
Vocês precisam começar logo!
Quero ter oito!
DEPOIS QUE FICAMOS GRÁVIDOS, TODO MUNDO DIZ:
Ai! Preparem-se! É uma luta!
É até bom, mas cansa demais!
Vocês podiam ter esperado mais um pouquinho!
Vocês nunca mais terão liberdade, intimidade, vida a dois...
Gravidez é só enjoar, peidar, fazer xixi... Prepare-se pra falta de ar, inchaço, dores, insônia, etc... Nem gosto de lembrar!
Acho que vou parar por aqui mesmo. Depois de ter o primeiro a gente desiste de ter mais...
Como assim?? Me enganaram!!!
Quero meu dinheiro de volta! Hahahahahahaha!
Isso também aconteceu com vocês?
Beijão!
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
O Retorno!
Depois de passar pela loucura das últimas semanas de gravidez junto com a obra do apartamento novo, mudança, hóspedes em casa, parto e os dois primeiros meses debutando no papel de mãe, volto aqui e me deparo com uma grávida prestes a dar a luz, uma nova grávida, uma bronca e uma parto-normal-fóbica! Hahahahha
É muita coisa pra digerir, mas vou fazer esse re-début bem simples e reservar o relato do meu parto para um próximo post. É uma volta daqueles que não foram, porque na verdade eu nem deveria mais andar por aqui, né?
Primeiro quero parabenizar a família Pimenta e a Nanda e já de cara vou dizendo pra ela parar de assistir Discovery Home and Health porque parto normal desse jeito maluco que ela descreveu só acontece lá mesmo!
Nanda, como você mesma disse, tem a peridural aí pra nos aliviar, pra mim foi excelente, nada de dor e recuperação hiper rápida. Não precisei de episiotomia (aquele cortezinho), mas mesmo que precisasse, a cicatrização em mucosa é mais rápida do que na pele. Poucas horas depois de parir eu já estava tomando banho sozinha e essa recuperação instantânea foi uma mão na roda já na maternidade, já que o esfomeado do meu filho mamava de hora em hora e eu é que precisava ir até o berçário para amamentar porque ele precisou tomar banho de luz.
Pra mim é engraçado alguém ter medo de parto normal porque eu morro de medo é da tal da cesárea. A idéia de uma cirurgia, de alguém abrindo meu útero, é apavorante para mim. E se eu quiser ter 3 filhos? E se eu engravidar sem querer no ano seguinte à cesárea com aquele útero costurado? Me dá arrepios só
Enfim, venha através de parto normal ou de cesárea, filho é bom demais! Nunca ouvi uma mãe que teve parto normal se arrepender, assim como nunca vi uma que teve cesárea se arrepender também. O importante é o que vem depois e eu saí do meu parto normal com mil tabus derrubados e querendo pelo menos mais dois filhos!
Beijos da mamãe do Henrique!
A maior dor do parto... é ter que escolher o parto!
Bom, pode parecer meio adiantadinho da minha parte, querer falar sobre parto na oitava semana de gestação!Eu mesma achei que deixaria este assunto mais pra frente, quando minha decisão já estivesse tomada e eu já tivesse mais argumentos disponíveis pra discorrer sobre o tema.
Mas acho que por isso mesmo, por eu ainda estar no comecinho, vai ser bom falar o que penso. Até porque não tenho uma opinião formadíssima sobre - e vai ser interessante registrar as minhas suposições e dividir com vocês as dúvidas que vão pintando ao longo do caminho.
Acontece que, ao contrário das minhas colegas aqui no Umbigo, eu não ando simpatizando muito com a idéia de ter um parto normal. Jurei pra mim mesma que conversaria muito e leria bastante antes de decidir - mas nada nem ninguém até agora conseguiu me convencer de que aquela coisa sofrida e selvagem é realmente a melhor opção pra mim e pro meu filho.
A primeira reação de todos quando digo isso, inclusive do meu marido, é o básico: 'Você está é com medo da dor!'. Mas não é bem por aí. Até porque já está provado, segundo a Veja desta semana, que a peridural pode ser aplicada durante o parto normal, promovendo alívio total antes mesmo da mulher atingir os tais 4cm de dilatação. Começou o trabalho, já começa a anestesia, ou seja, no pain!
O que me assusta na verdade é que os médicos e a equipe têm muito pouco controle sobre o processo do parto. É preciso ser muito bom, pensar rápido e ter sorte pra que tudo corra bem. E com a febre das cesarianas no Brasil, poucos são aqueles que ainda manjam de parto normal como as parteiras de antigamente. Como é que eu vou confiar?
Outra coisa que me assusta é a rasgação que eles fazem... Ninguém me contou isso. Eu mesma já assisti a 4 partos normais e vi as pobres mães serem retalhadas sem dó nem piedade. E como é que eu fico depois? Será que é mais fácil a cicatrização? Comparando com os míseros pontinhos lineares e certinhos da cesárea... Acho que não, hein?
E o bebê, tadinho? Sai espremido, puxado e empurrado... Às vezes só sai a forceps e aí terá marcas pra vida toda, isso se o treco não pegar acidentalmente nos olhinhos dele! Ah! Mas se a mãe não tem dilatação existe a opção de esperar 15 horas até que dilate... Ou então quebra-se a clavícula do pobrezinho pra facilitar a saída.
Tá bom... Mas será que eu não tenho nada de positivo pra dizer sobre parto normal? Sinceramente... Ainda não.
Tudo o que eu falei até aqui vem de leituras e relatos de outras mães, conversas com amigas, além da minha observação pessoal.
E eu queria saber algo de realmente positivo sobre o parto normal, mas o fato é que toda vez que alguém chega pra defender, é sempre a mesma coisa. Já até conheço a lista de argumentos - que pra mim não valem um centavo.
Argumento 1 - Natural é ser natural. As mulheres têm filhos assim desde que o mundo é mundo!
Eu respondo: Ok! Então doe seu fogão e seu microondas e faça uma fogueirinha na sala! Afinal, as mulheres cozinham assim desde que o mundo é mundo!
Argumento 2 - É melhor pra mãe e para o bebê!
Eu respondo: É mesmo? Me prove. O que é melhor? Juro que estou disposta a ouvir!
Argumento 3 - Cesárea tem recuperação lenta.
Eu respondo: Duvido! Tenho visto muitas mulheres com pontos, fazendo de tudo em casa e cuidando do bebê sem problema. Como não tenho dificuldades com cicatrização, acho que também não será difícil pra mim.
Argumento 4 - Há mais riscos na cesárea.
Eu respondo: Mais riscos visíveis e remediáveis a tempo. Coisa que não acontece no parto, onde não se vê nada e muitas vezes tudo o que se pode fazer é esperar, fazer força e empurrar. Muitas opções...
Argumento 5 - O bebê tem que vir ao mundo na hora dele!
Eu respondo: Ok! Fazemos a cesárea quando começarem as contrações.
Argumento 6 - Bebês que nascem por cesárea são mais lentos e demoram pra conseguir mamar.
Eu respondo: Quer dizer que o negócio é espremer o bichim pra ele ficar mais esperto? Fala sério! Quando a fome bater, ele vai mamar. E eu não vou estar toda ensangüentada, esturricada e traumatizada, ou seja, vai sobrar paciência e disposição pra ajudar meu filho se ele for lentinho.
Argumento 7 – Após a cesárea, o bebê e a mãe demoram mais tempo pra estabelecer um vínculo, pois muitas vezes a mulher não consegue segurá-lo logo em seguida, por causa da dor.
Eu respondo: Como assim? O carinha está lá dentro, amarrado em mim há nove meses, e o simples fato de não vir direto pro meu colo vai atrapalhar o nosso vínculo? Que viagem! Meu vínculo com a minha mãe é maravilhoso e já faz 31 anos que eu saí da barriga dela!
E ainda tem o fato de que depois do parto normal, dependendo do estado de estropiamento da pobre mãe, ela não vai mesmo conseguir segurar nem um alfinete de fralda. Sem contar que os riscos de depressão pós-parto são maiores, devido ao desgaste que ela sofreu pra parir.
Bom, como eu disse antes, pode ser que nos próximos meses eu mude RADICALMENTE de opinião. Ou não!
Semana que vem será meu primeiro pré-natal e eu prometo colocar esta questão crucial pra minha médica, da mesma forma que estou fazendo aqui. Torço pra que alguém me convença definitivamente de que o parto normal é bom... Vamos ver se ela consegue - ou uma de vocês, meninas!
Quero saber o que vocês pensam sobre isso. E o que diriam pra convencer uma taurina cabeçuda feito eu!!!
Beijos nas barriguinhas e até a próxima!!
Carla!! Bem-vinda ao time de loucas! Hahahahaha!! Felicidades e muita saúde, beterrabas e brócolis na sua gestação! Aqui em casa também tá tudo bem colorido ultimamente! E a fome é tanta que é preciso cuidar mesmo, senão a gente acaba virando umas bolinhas!!!
PS: Antes de publicar este post, me deu um certo peso na consciência... Achei que tinha sido radical demais, com tão pouco embasamento.
Daí corri pro “gugo” e digitei: benefícios+”parto normal” - surprise! A pesquisa resultou em nada!! Experimentem pra ver!!
Mas como sou insistente, inverti os termos e encontrei alguns sites bem bacanas sobre parto normal, todos eles listando estes argumentos aí de cima... Prometo ler com calma e depois escrevo outro post, se eu achar algo diferente sobre o assunto, viu? :o)
domingo, 21 de setembro de 2008
Pedindo e dando dicas

Começando do começo
Em dezembro do ano passado, cheguei à conclusão de que era a hora de interromper a pílula e "deixar acontecer". Mas não pensem que esta decisão foi assim "facinha"... Impressionante como é difícil o simples ato de parar de evitar. Me fez perder muitas noites de sono, como se dali pra frente minha bomba-relógio começasse a contagem regressiva hahahahaha!!
Acho que ainda foi mais difícil porque eu tomava Diane 35 há mais de 10 anos, pra controlar meus ovários com micro-cistos. Sem a pílula meus ciclos eram loooongos... E foi exatamente o que aconteceu logo que eu parei de tomar, em janeiro. O primeiro ciclo só veio em fevereiro - 60 dias – e depois só em abril – 80 dias!! E eu tentando ser organizada, fazendo uma agendinha pra registrar sintomas e tentar encontrar o tão sonhado período fértil... Haha!
Acabei concluindo que num ciclo de quase três meses, a gente teria que ser muito bom de mira pra acertar o bendito dia da ovulação... E não é que a gente acertou? Hahahahaha!! Vai entender!!!
Mas antes disso eu fui à minha médica antiga, a Doutora Eliene. Procês terem uma idéia, foi ela que induziu a ovulação na minha mãe, pra vir o meu irmãozinho caçula... Que hoje é advogado. Faz as contas aí!! Afff!!
Saí de lá com todas as instruções pra fazer a indução com Clomid. Só faltava a marvada descer pra começar. E meu ciclo já ia com mais de 50 dias, sem sinal de TPM. Por conta disso, a médica também recomendou a progesterona pra fazer descer mais rápido.
Só que eu tava de viagem marcada pra Maceió... Cê acha que eu queria menstruar? É ruim, hein!!! Larguei o remédio em casa e fui curtir as lindezas de Alagoas em pleno mês de agosto!
Lá aconteceu algo que nunca me acontece. Passei muuuito mal. Claro que todo mundo associou à comilança da viagem, sol, cerveja, etc... Mas aquilo me pareceu esquisito, porque o enjôo terrível passava e voltava sem explicação. Entre um e outro eu curti a praia, mergulhei até de cilindro, uma delícia! E de repente a pressão caía e eu ficava horrível de novo. E não podia olhar as pessoas comendo que queria morrer!! Como assim??? Já tive aversão à comida depois de passar mal, mas àquele ponto eu nunca tinha chegado!
Chegando em casa, lasquei um belo teste de tirinha, pois a esta altura já tinha ficado com uma pulguinha atrás da orelha. Aliás, eu sempre tinha testes em estoque, justamente pra não ficar de neura besta. Quando batia a suspeita, era só xixi, listrinha solitária e vamos em frente com a vida.
Comecei a tomar a progesterona e fiquei esperando descer a mocinha, pra poder usar o Clomid e resolver logo esse treco de engravidar.
Passou uma semana, nada. Liguei pra médica e ela disse que às vezes demorava mesmo. Mas eu já estava com cólica e dor de cabeça há dias. Sem contar no sono absurdo, que normalmente eu tenho mesmo antes de menstruar.
Dia 01 de setembro, segundona, acordei e disse pro Marco que ia fazer outra tirinha. Ele disse que eu tava doida, que tinha feito outro dia mesmo. Mas eu insisti. Minha tranqüilidade valia mais que 4 reauzinho...
Ele foi escovar os dentes pra ir trabalhar e eu parti pra minha rotina de xixi, listrinha solitária... Só que dessa vez ele tava assistindo tudo. E começou a dizer que o teste estava errado, que aquela listra era grossa demais.
Eu, que nem tinha colocado minhas lentes ainda, virei o teste pra conferir e tive um choque. Mesmo sem lente, às 6 e meia da manhã, eu pude ver com clareza duas listras grossas e muito nítidas. E não tinha passado nem um minuto do teste ainda.
A vida é louca mesmo, né? A gente passa meses imaginando como vai contar pro marido que ele será papai, milhões de idéias passam pela cabeça... Menos esta, de descobrir juntos, eu sentada na privada e ele escovando os dentes hahahahaha!! Que anti-romântico!
Mas o fato é que meu feijãozinho já tava lá desde o fim de julho. Já conhece Maceió e nos pegou de calça curta, mesmo com tanto planejamento e com todo o meu estoque de tirinhas...
E eu vou parar este post, porque ta grande pra dedéu já!!
Depois escrevo sobre nosso primeiro US e as primeiras 5.417 dúvidas destes vinte dias de “gravidez consciente”!!
Ufa!!!
Beijos procês!
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Começando a ser mãe
Estranho começar um blog lindo destes com esta frase meio estúpida, né? Mas ela é a maior expressão da verdade. Eu não sabia mesmo. Não sonhava com isso, como tantas outras meninas. E não é que eu não queira. Mas a maternidade parecia algo fora do meu alcance, fora do meu universo, assim como o casamento... Vixe!! Deixa eu me explicar e me apresentar melhor, antes que vocês me odeiem hahahahaha!!!
Sou taurina com ascendente em touro. Teimosa feito uma mula e leal feito um vira-lata! Amo música e tenho a honra de trabalhar com ela desde bem novinha, como cantora, tecladista, produtora, arranjadora e compositora. A música me permitiu viver as maiores alegrias e frustrações, os momentos mais inusitados e loucos. Através dela eu consigo expressar meus sentimentos, desabafar, aprender, sofrer e sorrir.
Entretanto, há pouco mais de 4 anos encontrei uma paixão que não consegui expressar só com música. Foi preciso que eu jogasse pro alto o meu destino, meus planos e sonhos, e mudasse de mala e cuia pra Mato Grosso do Sul... Mas esta é uma longa história... Tão longa que existe um blog só pra ela! Se você ainda não conhece a minha “saga”, dê uma passadinha em Numei Dumato!
No finzinho do ano passado, veio então o "chamado da natureza"... De uma hora pra outra eu comecei a pensar na possibilidade de me tornar mãe. Antes eu achava aquilo inconcebível. Pensava até que não poderia ter filhos, porque enxergo pouco dos dois olhos... Como é que eu ia cuidar de uma criança?? Seria muita irresponsabilidade!
Mas a natureza vai falando mais alto a cada dia - e o mundo à nossa volta também. Aos poucos eu comecei a perceber o descaso ou a neurose de tantas mães despreparadas ou simplesmente sem vocação. A toda hora eu via mulheres reclamando das frustrações da maternidade, largando bebês em sacos de lixo ou simplesmente tendo que apelar aos psicólogos logo nos primeiros anos de vida, porque não conseguem lidar com os seres que elas mesmas geraram. De repente percebi que a condição física é o que menos importa na hora de assumir esta tarefa - e que todas nós estamos sujeitas a acertar ou errar no decorrer do percurso.
Hoje acredito sim que posso ser mãe. Que posso cuidar, ensinar e aprender muito, contanto que consiga controlar minha auto-cobrança, respeitar meus próprios limites e viver esta louca aventura um dia de cada vez. Acho que tenho tesouros maravilhosos para transmitir a esta nova vida, e acho também que serei motivo de orgulho para este alguénzinho que está pra chegar!!
Estou grávida de 7 semanas e 4 dias hoje. E quero convidar você pra caminhar comigo durante estes próximos duzentos e poucos dias – parece pouco pra tantas mudanças que estão por vir! E é por isto mesmo que eu pretendo registrar cada capítulo com muita sinceridade e emoção!
Ah!!! Não posso esquecer das nossas duas "Umbiguetes", que fizeram este espaço nascer e renascer a cada etapa das suas esperas!! Agradeço a vocês meninas, e prometo levar este espacinho em frente, reunindo outras barrigudas e dividindo todas as alegrias e angústias desta fase!
Aliás, gostaria de puxar a orelha da Carol, a primeira blogueira do Umbigo, pois ela agora está tão concentrada no seu umbiguinho novo que até esqueceu de passar aqui e contar como foi a chegada dele!!! Apareça, querida!!
E pra Dona Pimenta, fica aqui desde já o meu desejo de uma hora abençoada! Que o Pimentinha traga muuuuita alegria à vida de vocês!! E não se esqueça de contar tudo sobre as expectativas das últimas semanas e, claro, sobre a chegada desse lindinho ao mundo!!!
Fiquem com Deus e vamos em frente – que atrás vem gente!!!
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Querem outro exemplo de dificuldade de ação? Se eu deito ou sento pra assistir televisão, ou ler um livro, quando resolvo levantar (coisa que acontece a todo instante porque tenho que ir ao banheiro) é difícil recuperar o equilíbrio, a barriga pesa e passo a andar como Pata! Leva algum tempo pra eu voltar a andar normalmente.
domingo, 7 de setembro de 2008
Cesárea Minimamente Invasiva
Bjs da Pimenta
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Arrumando as malas
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Meu Plano de Parto
Bjs da Pimenta
Trabalho de parto:
- presença de meu marido.
- sem enema (lavagem intestinal).
- sem perfusão contínua de soro e ou ocitocina - liberdade para beber água enquanto seja tolerado. - liberdade para caminhar e escolher a posição que quero ficar. - monitoramento fetal: apenas se for essencial, e não contínuo. - uso de analgesia
- sem rompimento artificial de bolsa
Parto:
- prefiro ficar semi- sentada (costas apoiadas).
- durante as contrações gostaria de um ambiente especialmente calmo nesta hora.Gostaria que meu bebe nascesse em ambiente calmo e silencioso.
- não vou tolerar que minha barriga seja empurrada para baixo.
- episiotomia: só se for realmente necessário. Não gostaria que fosse uma
intervenção de rotina.
- gostaria de ter meu bebe colocado imediatamente no meu colo após o parto
com liberdade para amamentar.
- gostaria que o pai cortasse o cordão após o mesmo ter parado de pulsar.
Após o parto:
- ter o bebê comigo o tempo todo enquanto eu estiver na sala de parto, mesmo
para exames e avaliação, caso não seja possível que o pai acompanhe o bebê em todos os procedimentos de rotina.
- liberação para o apartamento o quanto antes com o bebê junto comigo. Não gostaria de permanecer na sala de recuperação por período superior a uma hora, a menos que realmente necessário. - alta hospitalar o quanto antes.
Cuidados com o bebê:
- quero fazer a amamentação sob livre demanda.- em hipótese alguma, oferecer água glicosada, bicos ou qualquer outra coisa ao bebê.
- alojamento conjunto o tempo todo. Pedirei ajuda com o bebê, se necessário.
- gostaria de dar o banho no meu bebê e fazer as trocas (ou eu ou meu marido).
Caso a cesárea seja necessária:
- exijo o início do trabalho de parto antes de se resolver pela cesárea.- quero a presença do meu marido na sala de parto.
- anestesia: peridural, sem sedação em momento algum.
- na hora do nascimento gostaria que o campo fosse abaixado para que eu possa vê-lo nascer.
- gostaria que as luzes e ruídos fossem reduzidas .
- após o nascimento, gostaria que colocassem o bebê sobre meu peito e que minhas mãos estejam livres para segura-lo.
- gostaria de permanecer com o bebe no contato pele a pele enquanto estiver na sala de cirurgia sendo costurada.
- também gostaria de amamentar o bebê e ter alojamento conjunto o quanto antes.
Agradeço muito a equipe envolvida e a ajuda para tornar esse momento especial e tão importante para nós em um momento também feliz e tranqüilo como deve ser.
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
9 meses!!!! Muito, pouco??? É relativo
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
A rapadura é doce mas não é mole
Ontem fizemos uma ecografia doppler das artérias uterinas. Fazia tempo que nao via meu baby (desde a 21a. semana) e foi muito bom e tranquilizador saber que ele está crescendo bem, 37cm e 1.300kg, se desenvolvendo bem e que também tenho poucas chances de desenvolver uma hipertensão, pois o fluxo sanguineo está perfeito e espesso.
Já sai colostro dos seios!!!!! Principalmente quando estou usando a bucha vegetal e fazendo o banho de luz, mas não dá pra ficar sem né??? O Pimentinha mexe muito, a toda a hora.....e parece que entende quando estamos falando com ele. É lindo! É divino!!!
Essa semana começo a lavar as roupinhas...são muuuuuuiiiiiiiitaaaaaaaaaaaaaaaassssssssssss!!!!! Lavar até não é o problema, o saco é passar!!!!
Comecei um curso para gestantes e conforme for aprendendo coisas novas e interessantes vou postando aqui pra vcs!
Também estou fazendo um curso de parapsicologia para gestantes, onde aprendemos a reprogramar a nossa mente com pensamentos positivos e otimistas tanto para a gestação quanto para o parto e, também aprendemos a programar a mente de nossos bebês, ensinando-lhes a serem mais felizes, passando mensagens de tranquilidade, de saúde, de amor. Há estudos que comprovam o quanto essas mensagens fazem a diferença no desenvolvimento mental, intelectual e emocional da criança e do adulto que ela se tornará!!! Lembra de uma propaganda de chocolate cujas crianças tentavam influenciar os pais com a frase: "Compre Batom! Compre Batom!" - é mais ou menos por aí que a coisa funciona.
Nós somos o que pensamos! Nós somos tudo aquilo que nos fizeram acreditar ser verdade! Então porque não dizermos aos nossos babys que eles são amados e esperados! Que são tranquilos, saudáveis e inteligentes! Que seremos amigos e parceiros por toda a vida! Que temos orgulho de tudo que ele já é e tudo que ele se tornará!!! Acho que não tem melhor recepção para alguém tão delicado e frágil que está chegando numa nova familia e num mundo tão desconhecido não é?????
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Amamentação a La Carte
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Dicas para as mamães de primeira viagem
Muitas das coisas que compramos para os nossos babys são usadas por apenas alguns dias, semanas ou poucos meses. Chega a doer no bolso o custo de ter um filho, mas nem por isso deixamos de tê-los e deixamos de ficar felizes com sua chegada, ao contrário, nos empolgamos tanto que, por vezes, esquecemos de ser racionais nas compras do enxoval. Então, por isso, vale algumas dicas:
O bebê conforto é o indicado, por questão de segurança para os bebês recém nascidos, muito embora haja no mercado cadeiras que podem ser usadas por um espaço de tempo maior, não valem o risco que correm nossos pequenos.
Carrinho, quanto mais prático para a mãe e mais confortável para o bebê melhor. Existem modelos no mercado que são muito bons para os nenês, mas as mães sofrem para fechá-los e abri-los, além de ocuparem quase todo o porta-malas do carro. A pedida são os carros que fecham guarda-chuva. Vá a loja tantas vezes quanto necessário e teste todos os modelos até ter a certeza de que está levando o que mais se adéqua com o seu estilo de vida. Imagine você sozinha indo ao shopping com seu neném?!?! Os modelos Travel System levam uma vantagem pois além de virem com o bebê conforto, tem a possibilidade de encaixá-los perfeitamente no carrinho, dando maior estabilidade para a locomoção do bebê.
O Papel bumbum da JOHNSON é o mais macio, o que limpa melhor, e o que tem melhor cheiro... O próprio baby wipes ou os genéricos são muito oleosos, fininhos, e arranham um pouco o neném. Se não tiver Johnson (lilás) o da Pampers (verde) é o melhor substituto.
Pomada de assaduras, o mais indicado pelas mamães e recomendado pelos pediatras é o Bepantol, segundo lugar o Hipoglós. Os genéricos foram descartados por serem finos demais e nao prevenirem as assaduras!
No quesito fraldas, as opiniões divergem quanto a estocar ou não, os defensores alegam a possibilidade de economizar em virtude de podermos aproveitar as ofertas. No entanto, me pareceu sensata a opinião de que em tempos de não inflação podemos e espaços cada vez mais enxutos nos apartamentos, testarmos, primeiramente, as marcas disponíveis no mercado para depois nos decidirmos pela melhor, tanto em qualidade quanto em adaptação ao corpinho delicado do bebê. Mas dentre as marcas a Turma da Mônica e Pampers ganham em disparada.
Uma dica boa da Jô, é a de que o recém nascido não precisa usar a fralda Noturna, pois as trocas são feitas de 4 em 4 horas, e como são mais caras podemos deixar para gastar com estas fraldas quando eles estiverem dormindo praticamente a noite inteira.
A tesoura é mais indicada que o cortador para as unhas do bebê, principalmente os recém nascidos.
Outra dica valiosa da Jo: Shampoo é Johnson & Johnson, o chega de lagrimas amarelinho, clássico e muito bom. Cutisanol, pra brotoejas e qualquer outra bolinha rosinha pelo corpo.
Tylenol Bebe, ter sempre em casa!!
Aspirador nasal é ótimo! Vale a pena comprar.
Termômetro de banheira, frescura, não se usa
Termômetro de bebe, os digitais são os mais recomendados, os de mercúrio são da nossa época de bebê, mas tem riscos. O termômetro de ouvido é uma boa, mas são bastante caros.
Mantinhas: observe o clima da sua região. Há muitas listas de enxoval que são usadas para o Brasil inteiro que não contam com as diversidades climáticas do nosso país.
Talco - NAO USA! Perfume, use apenas nas roupinhas, evite o contato direto com a pele do bebê.
Bolsa de Nenê – Hoje em dias há versões modernas que podem ser usadas, posteriormente para ir a praia ou clube, dando uma vida mais longa a sua utilidade. Opte por uma grande que caiba tudo.
Fraldas de pano ainda são muito utilizadas, para boca, ombros, roupa, pra tudo, vale a pena investimento em bons tecidos.
Para lavar a roupinha do bebê – Omo baby, é o mais indicado. Tenha cuidado ao comprar outras marcas pois muitas enganam ao apresentarem no seu rótulo a fotinho de um bebê. Não adianta ter cheirinho, precisa ser dermatologicamente testada e aprovada. O mesmo vale para os amaciantes de roupas.
Almofada de amamentação, algumas mamães adoram, mas considerando o tempo de uso, o custo (em torno de R$ 100,00) e que outro travesseiro ou almofada fazem o mesmo efeito, é de se pensar se vale a pena o investimento.
Segura bebê – umas almofadinhas tipo rolinhos que seguram o bebê para que ele permaneça deitado de ladinho nos primeiros meses de vida. São bastante úteis, mas também há mamães que utilizam outras almofadas e fazem o mesmo efeito.
Mamadeira, a marca mais recomendada é da NUK. Outra dica da JO, compre também uma mamadeira da NUK que tem 2 compartimentos,o inferior para a água e o superior para o leite em pó, depois é só misturar os dois compartimentos quando o neném for mama
Bico ou chupeta devem ser ortodônticos e anatômicos de silicone, também da Marca NUK, se você é como eu, que não quer que seu filho tenha este vício (difícil de largar depois), aí vai a opinião de um pediatra. Compre apenas um e leve na mala da maternidade, há muitas crianças que não criam essa dependência. Mas há as que choram muito nos primeiros dias de vida, deixando as mamães extremamente exaustas. O bico, nesses casos, nos possibilita algumas horas de sono, essenciais para a nossa recuperação e bom humor.
terça-feira, 22 de julho de 2008
Grávidas que optarem por parto normal terão direito a quarto especial
Grávidas que optarem por parto normal terão direito a quarto especial
Elza Fiúza/ABr
Brasília - O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anuncia novas normas para maternidades Brasília - A partir de dezembro, as gestantes que optarem pelo parto normal terão direito a um quarto específico para o procedimento, com leito e banheiro, em todas as maternidades do país.A idéia é que o ambiente seja adaptado a todas as etapas do nascimento do bebê, que inclui os procedimentos realizados antes, durante e depois do parto.A medida faz parte de um conjunto de normas para maternidades lançado hoje (22) pelo Ministério da Saúde, em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e vale para as redes pública e privada.As unidades de saúde serão orientadas a estimular a evolução natural do trabalho de parto e a adotar medidas para aliviar as dores da grávida, sem necessariamente usar medicamentos.De acordo com o ministério, o objetivo é promover mudanças estruturais nas unidades de atenção obstétrica e neonatal, além de controlar os possíveis riscos à gestante e ao bebê, reduzindo os índices de mortalidade materna e de recém-nascidos.Por ano, são registrados cerca de 3 milhões de nascidos vivos no país, sendo que quase 2,1 milhões nascem nas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS). Desse total, 1,4 milhão corresponde a partos normais e 670 são cesarianas.
domingo, 20 de julho de 2008
Dúvidas
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Plano de Parto
quinta-feira, 3 de julho de 2008
sexta-feira, 27 de junho de 2008
quinta-feira, 19 de junho de 2008
PRA COMEÇAR
segunda-feira, 26 de maio de 2008
A Indústria da Gravidez
Quando eu me casei, fiquei impressionada com as altas cifras que giram em torno da indústria do matrimônio. Como era possível se gastar tanto dinheiro para realizar um sonho de um dia só? Agora na gravidez a história se repete, o que me levou a concluir casar não é caro, ter filhos não é caro, viver é que é caro!
É caro ser solteiro e bancar as saídas noturnas, as roupas bonitas, os drinks na balada. É caro namorar e dar presentes, ser romântico e surpreender o parceiro. É caro casar e montar um novo lar, dar uma pequena ou uma grande festa, viajar em lua-de-mel. É caro engravidar e pagar o plano de saúde e as coisas que ele não cobre, se entupir de vitaminas, comprar roupas que te sirvam e que você só vai usar durante um mês. É caro ter filhos e montar enxoval, comprar berço e todas as quinquilharias que se tornaram indispensáveis de uns anos pra cá.
Você PRECISA ter! Você precisa ter uma cadeirinha para carro segura, um bebê conforto, carrinho, babá eletrônica, aquecedor e esterilizador de mamadeira, 594 tipos diferentes de chupeta, kit de higiene, garrafa térmica, termômetro para banho, aspirador nasal, bolsa de água quente, pinça plástica para manusear os itens esterilizados, poltrona para amamentação, almofada para amamentação, umidificador, trocador, protetor de cabeça para bebê conforto (?), protetor de carrinho, kit berço, travesseiros anti-sufocantes, colchão anti-refluxo, mamadeira para suco, mamadeira para chá, mamadeira para água, mamadeira para leite, mamadeira mix-on-the-go, sling, móbile musical, cadeira para alimentação, sem contar os babadores, cueiros, vira manta, fraldas de boca, fraldas de ombro, fraldas de bunda e sei lá mais o que.
Eu me pego pensando em como as nossas tataravós conseguiam se livrar do catarro dos bebês sem o bendito aspirador nasal. Será que os bebês morriam asfixiados com os narizes entupidos ou os bebês de antigamente simplesmente não tinham catarro? Outro mistério são as normas que estabelecem a distância ideal entre as grades do berço para evitar que os bebês prendam as cabeças entre elas. Não seria esse um processo de seleção natural? As mães conseguem distinguir os bebês tontos dos espertos observando que os tontos enfiam as cabeças entre as grades enquanto os espertos não caem nessa cilada. Na dúvida, comprei um berço sem grade e com tela, simplesmente para não correr o risco de descobrir que meu bebê é tonto. E os bebês das cavernas? Sem a invenção da tesoura, suas mãe roíam suas unhas para não se arranharem? E como aqueciam a água do banho: na fogueira ou usavam os gêiseres?
Comprei o tal do travesseiro anti-sufocante e me senti vítima de uma fraude: não teria o mesmo efeito dobrar uma toalha ou usar uma almofadinha, considerando que o kit berço vem com tantas? Outra exploração comercial é o kit cama de babá. Eu que nem babá vou ter já comprei o meu! Dava pra ter comprado um belíssimo jogo de lençol de algodão egípcio para a minha cama, mas preferi adornar a cama da minha babá imaginária com uma colcha que combine com o lençol do bebê.
Estou no último mês de gestação e envergonhadíssima por sequer ter organizado um chá-de-bebê, muito menos ter decidido o enfeite de porta de maternidade ou as lembrancinhas. Ainda estamos comemorando a conclusão da mala do bebê para a maternidade, que já deveria estar pronta desde o sétimo mês, mas eu perdi 1 mês tentando descobrir qual era o sabão certo para lavar as roupas do rebento. Se eu não me engano, minha avó materna usava cinzas pra fazer sabão, ou banha de alguma coisa, não me lembro direito. Se ela estivesse viva, ia enlouquecer se fosse ao supermercado comigo escolher o tal sabão. Vocês sabiam que o fato de ter um bebê na embalagem não é garantia de que o sabão é indicado para lavar roupa de bebê? Quando descobri isso me senti totalmente enganada pelos mecanismos maquiavélicos do marketing, que me fizeram pegar direto a embalagem mais óbvia: aquela com o bebê sorridente com apenas dois dentes na frente.
Eu me lembro da minha primeira visita à Cobasi, assim que ganhei meu cachorro. Comprei cama com teto, cama sem teto, cama com zíper, tapete de pele de ovelha, edredom, mil roupinhas, sapatinho para passeio... pergunta onde o infeliz do cachorro fica o dia todo? Ou na MINHA cama ou no sofá, já que as 4 camas e diversos tapetes dele só servem pra o safado fazer xixi!
Afinal, viver é caro mesmo ou é a gente que torna a vida assim: um mar de inutilidades indispensáveis para suprir algo que nem nós sabemos o que é? O menino nem nasceu e já está cheio de coisas que eu não faço idéia para que servem. Só me resta imaginar como será o futuro, considerando que já na barriga ele é atacado pelo consumo de coisas de utilidade questionável por todos os lados. Vou ver se acho uma opinião formada sobre isso para comprar no Submarino...
quinta-feira, 15 de maio de 2008
É normal querer ser normal?
Isso resume bem minha opinião a respeito do assunto. Obviamente não sou uma hippie louca que acha que todo mundo tem que parir em casa ou que quem faz cesárea é menos mãe por causa disso. Apenas acredito que a cesárea deve ser tratada pelo que é, uma intervenção cirúrgica, e que deve ser usada com critério.
Provavelmente vai aparecer um monte de gente aqui comentando que fez cesárea, justificando e defendendo sua escolha. De certa maneira, fica parecendo que a pessoa sabe que essa não é a opção natural e se sente um pouco culpada por ter feito uma, senão não sentiria necessidade de justificar. Digo isso porque esse assunto surgiu em uma lista de discussão de esposas da qual participo e ao defender o parto normal recebi uma enxurrada de e-mails ofendidíssimos de mães contando suas histórias cheias de sofrimento que as levaram a optar por um parto cesárea, o quanto ficaram satisfeitas com o resultado, que seus bebês corriam riscos, que elas não eram piores por causa disso, etc, etc, etc. O engraçado é que não eram casos onde a mãe marcou a data porque queria que o neném nascesse com tal signo ou no dia do santo não sei das quantas, ou no final de semana, eram casos legítimos, onde a cesárea se fez necessária mesmo, mesmo quando era uma cesárea eletiva (com data e hora marcada).
Eu adoro a Medicina por possibilitar a reprodução assistida, o aumento no índice de prematuros que sobrevivem, o diagnóstico precoce de má formações e também a cesárea. Graças a ela, mães portadoras do vírus HIV são capazes de ter filhos sem o vírus, mulheres com placenta prévia correm menos riscos, gestações múltiplas podem ter partos em datas diferentes e por aí vai. Mesmo o parto normal evoluiu com suas anestesias e a episiotomia como forma de evitar os temidos problemas no períneo que eram ocasionados pelo parto normal.
Eu mesma talvez precise de uma cesárea, mas sei que se precisar não será por conveniência do médico nem pela minha conveniência. Depois de passar por muitos consultórios e ouvir muitos sermões sobre a maravilha que é a cesárea, finalmente encontrei um médico que, assim como eu, acha que a última preocupação da mãe no dia do parto deveria ser ir ao salão fazer as unhas. Conheço quem tenha feito isso e são pessoas ótimas, mas não é algo que eu entenda. Também não entendo quem tem uma gestação normal, com um bebê saudável e marca uma data para o coitadinho nascer. Sei que vou ser apedrejada por dizer uma coisa dessas e que sempre que disser isso alguém vai vir com uma história: no meu caso eu TIVE que fazer isso porque blábláblá... Tudo bem, cada caso é um caso, mas eu ainda não entendo. Se o bebê tá bem lá dentro, por que não esperar o tempo dele? Pode ser com 38, 40 ou até 42 semanas, por que não? Eu nasci com 41 semanas e, se soubesse que aqui fora era assim, tinha ficado mais!
Sei que gravidez é um tédio de vez em quando e que o último mês é pior ainda, parece que não acaba nunca! Sei que bate uma ansiedade pra ver a carinha do rebento ou até um saco cheio por conta das transformações do corpo, mas pense que você vai olhar aquela carinha o resto da vida e quando ele chegar em casa depois do primeiro porre, vai sentir saudades de quando ele estava quietinho lá na barriga...
Existem mil motivos para ter um parto normal e mais mil para optar por uma cesárea. Também existem mil motivos pra tomar Coca-Cola e mais mil pra não tomar. A questão é basear sua escolha primeiramente no bem estar do bebê, depois no da mãe e por último no dos outros (sogra, médico, etc.). Vivemos uma era de inversão de valores, onde é preciso criar atrativos para estimular a mulher a amamentar. Depois que disseram que amamentar emagrece, o aleitamento materno voltou à “moda”, mas passamos por uma geração que precisou de campanhas de incentivo à amamentação, simplesmente porque as mães não queriam peitos caídos! O mesmo acontece com o parto normal, é preciso “vender” os benefícios dele, propagandear que a recuperação é mais rápida e menos dolorosa, sendo que o parto normal deveria ser a primeira opção de toda mãe simplesmente porque, a priori, é a melhor opção para o bebê!
Que fique o exemplo da lindíssima Fernanda Lima: mulher, primeira gravidez depois dos 30, GÊMEOS, parto normal. Amiga, se ela pode, todas nós podemos!
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Campanha Incentivo ao Parto Normal
Campanha Incentivo ao Parto Normal
O Ministério da Saúde lançou a Campanha Incentivo ao Parto Normal. A cesariana já representa 43% dos partos realizados no Brasil no setor público e no privado. Nos planos de saúde, esse percentual é ainda maior, chegando a 80%. Já no Sistema Único de Saúde, as cesáreas somam 26% do total de partos. O parto normal é o mais seguro tanto para a mãe quanto para o bebê. De acordo com a recomendação da Organização Mundial da Saúde, as cirurgias deveriam corresponder a, no máximo, 15% dos partos.
Por ser uma cirurgia, a cesariana somente é indicada para os casos que tragam risco para a mãe ou o seu bebê. Quando realizada sem que exista uma indicação médica precisa, aumentam os riscos de complicações e de morte para a mulher e para o recém-nascido.
Não é raro que as cesarianas sejam agendadas antes de a mulher entrar em trabalho de parto. Estudos demonstram que fetos nascidos entre 36 e 38 semanas, antes do período normal de gestação (40 semanas), têm 120 vezes mais chances de desenvolver problemas respiratórios agudos e, em conseqüência, acabam precisando de internação em unidades de cuidados intermediários ou mesmo UTI Neonatal. Além disso, no parto cirúrgico há uma separação abrupta e precoce entre mãe e filho, num momento primordial para o estabelecimento de vínculo.
Finalmente, as chances de a mulher sofrer uma hemorragia ou infecção no pós-parto também são maiores em caso de cesárea, existindo ainda um risco aumentado de ocorrer problemas em futuras gestações, como a ruptura do útero e o mau posicionamento da placenta.
Fonte: http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=28513